Poderia ser qualquer uma. E daí?

Podia ser sua filha, podia ser sua irmã. Podia ser sua namorada. Os argumentos mais comuns não bastam para alertar a sociedade para a torpeza do crime praticado contra uma jovem de 16 anos numa favela da zona oeste do Rio de Janeiro. A indignação precisa enfatizar a ideia de que estupros, assim como a tortura, não podem ocorrer com nenhum ser humano, independentemente da idade, da etnia, da classe social, do território, do gênero. E a Polícia precisa estar preparada para investigar estes casos de forma profissional, despindo-se dos preconceitos embutidos no machismo.

Duas estudantes de pós graduação da UFF e uma ex-aluna de Jornalismo do IACS/UFF expõem aqui seus sentimentos a respeito do episódio. Duas são brasileiras, a outra, portuguesa radicada no Rio. Três jovens, a mesma indignação. Os textos mostram que a pobreza não se restringe à favela. Está no espírito de quem fecha os olhos para a violência e para as arbitrariedades de quem se sente momentaneamente superior.

João Batista de Abreu

https://afastaestecalese.com/2016/05/29/pelo-fim-da-cultura-do-estupro/

https://afastaestecalese.com/2016/05/29/sejamos-todos-feministas/

https://afastaestecalese.com/2016/05/29/luto-para-nos-e-verbo/

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